Diagnóstico Animal

Como enviar amostras | Formulários para envio da amostra | Formulários Específicos | Manuais | Taxas| Esclarecimentos Adicionais

Como enviar amostras

  • Ao enviar amostras, deve-se considerar o tempo em trânsito do material para evitar que a amostra chegue ao laboratório no final de semana quando não há expediente no CDME.
  • As amostras devem ser enviadas com os respectivos formulários com todos os campos preenchidos, assinatura do médico veterinário responsável pelo envio da(s) amostra(s) e carimbo quando especificado.
  • Colocar o formulário do lado de fora da caixa em saco plástico, para preservar a integridade do papel e segurança durante a manipulação.
  • Identificar as amostras de forma que não se apague durante o transporte ou manipulação, canetas permanentes ou etiquetas plastificadas.
  • Para as amostras refrigeradas ou congeladas, não economizar na quantidade de gelo eutético, que pode ser requisitado nas unidades da ADAPAR ULSAs/URS. Nunca encaminhar com gelo caseiro.

Amostras de Soro Sanguíneo

As amostras devem chegar ao laboratório congeladas ou resfriadas até 8ºC, em volume mínimo de 1 a 2 mL, devidamente identificadas com dispositivos que impeçam perda de identificação individual.
Quando utilizar microtubos do tipo eppendorf, deve-se optar pelos modelos com trava, não colocar durex na tampa.
Devem estar límpidas (sem presença de turvação, hemáceas/hemólise ou sujidades), com odor próprio e coloração característica para a espécie.
Amostras que ficarão em trânsito por períodos superiores a 72 horas, devem ser congeladas. Tempo máximo aceito pelo CDME é de 30 dias entre a colheita e a chegada ao laboratório.
Amostras de sangue total não serão aceitas.

*Nota: Quando for requisitada a titulação de anticorpos, enviar amostras pareadas (a segunda coleta com intervalo de 14-21 dias da primeira) para maior acurácia dos resultados.

Amostras de Sistema Nervoso Central

Os fragmentos alvo para Raiva devem ser enviados refrigerados, CONGELAR APENAS EM ÚLTIMO CASO, pois isto pode interferir no resultado do diagnóstico da RAIVA. Colocar os fragmentos em saco plástico dentro de um pote e finalizar a tripla embalagem com outro saco plástico limpo por fora, evitando o risco de extravasamento.
Os fragmentos alvo para as Encefalopatias Espongiformes Transmissíveis (EET) devem ser enviados em formol 10%.

Amostras de Órgãos

As amostras devem ser enviadas sob refrigeração e quando para histopatológico devem ser enviados em formol 10%.
Não serão aceitos materiais em decomposição ou amostras congeladas.
Tempo máximo de 48 horas entre a coleta e a chegada ao laboratório (exceto para histopatológico).

Amostras de Fezes

As fezes coletadas devem ser recentes (24 a 48 horas), preferencialmente livres de impurezas do solo e mantidas refrigeradas até o envio ao laboratório.
Tempo máximo de 48 horas entre a coleta e a chegada ao laboratório.
No caso de exame coproparasitológico anotar data da administração do último vermífugo (se administrado a menos de 6 meses).

Amostras de Leite (mastite), Secreções, Suabes e Lavados

Devem chegar sob refrigeração, exceto para pesquisa de Trichomonas (próximo item).
Amostras congeladas ou com período superior a 48 horas entre a coleta e a chegada ao laboratório não serão aceitas.

Amostras de Lavado Prepucial para Pesquisa de Trichomonas:

A amostra deve ser mantida em temperatura ambiente, em meio de transporte adequado (como o Lactopep ou Rieck). Antes da coleta deve-se estimular a micção para evitar que o animal urine durante o procedimento. Fazer limpeza na região prepucial com água e sabão neutro (não usar outros produtos). A coleta deve ser feita antes da cobertura natural ou artificial, evitando a diminuição do número de parasitas.

Esfregaços Sanguíneos para Pesquisa de Hemoparasitas

A lâmina de esfregaço sanguíneo deve ser confeccionada no momento da colheita ou o sangue deve ser enviado imediatamente ao laboratório. Recomenda-se que o sangue seja colhido de vasos periféricos, preferencialmente a primeira gota (ponta da cauda ou margem da orelha). As amostras de esfregaço sanguíneo devem ser enviadas em temperatura ambiente, remetendo no mínimo duas lâminas de cada animal.
Tempo máximo de 48 horas entre a coleta e a chegada ao laboratório.

Amostras de Culturas Bacterianas para identificação

As amostras devem ser enviadas em meio de cultura/transporte específico ou indicado para o microrganismo suspeito.
Amostras congeladas não serão aceitas.

Amostras de Raspados cutâneos para pesquisa de ectoparasitas

Para a confecção do raspado de pele deve-se realizar tricotomia parcial, deixando os pelos com no máximo 0,5 a 1,0 cm de comprimento. Pode-se colocar uma gota de óleo mineral ou glicerina sobre o local (não colocar mais do que uma gota). Em seguida, fazer a raspagem repetidamente das áreas mais profundas da pele com uma lâmina de bisturi até atingir os capilares (deve ocorrer sangramento) coletando-se aproximadamente 1g de material. A área a ser raspada deve ser onde notamos hiperemia, alopécia ou prurido. Em caso de monitoramento de granjas de suínos, na ausência destes sinais coletar o raspado dentro e atrás das orelhas. Amostras contendo fragmentos inteiros de pele, somente com pelos, ou em quantidade insuficiente serão rejeitadas, assim como amostras em formol ou congeladas.

Amostra de ANIMAIS AQUÁTICOS para Parasitológico

O animal deve ser enviado vivo na água em que estava alojado, remetendo no mínimo 5 exemplares.
Por se tratarem de animais vivos, é muito importante fazer o agendamento com o CDME antes do envio.

Nosso endereço para colar na caixa de envio de amostra.

Formulários para envio de amostras

Formulário para Requisição de Exames

Formulários Específicos

Anemia Infecciosa Equina

Formulário para Nomeação do Portador
Formulário para Declaração para Contra Prova
Formulário para Requisição e Resultado de Diagnóstico de Anemia Infecciosa Equina – AIE - WORD

Brucelose

Formulário para Requisição de Sorologia para Brucelose - MV Habilitado

Encefalopatias Transmissíveis

Formulário Único para Requisição de Exames para Síndrome Neurológica

Aves

Formulário Vigilância Ativa PNSA

Suínos

Formulário para Monitoramento Sanitário em Granjas Certificadas (GRSC)
Formulário para Colheita de Amostras de Suídeos Asselvajados
Formulário para Monitoramento Oficial em Propriedades - Vigilância Ativa  2017 - Propriedades
Formulário para Monitoramento Oficial em Propriedades - Vigilãncia Ativa 2017 - Frigoríficos
Formulário para Monitoramento Oficial em matadouro-frigorífico de suínos
Formulário para Identificação de Amostras em Estabelecimento de Abate de Suídeos (Federal)

Manuais da OPAS/OMS e MAPA sobre coleta e envio de amostras

Biossegurança
Colheita de amostras de Aves
Colheita de amostras de Ruminantes, Equídeos e Suídeos

Taxas

Tabela de Taxas da Área Animal

Esclarecimentos adicionais

Esclarecimentos adicionais podem ser feitos pelo telefone (41) 3778-6400, ou por e-mail:

Bacteriologia: Daniela Bergamin de Oliveira - danielabergamin@adapar.pr.gov.br, Gustavo Becker - gustavobecker@adapar.pr.gov.br, Mariela Moraes Martins Goularte - mmmgoularte@adapar.pr.gov.br, Rosangela Rodrigues dos Santos - rosangela.santos@adapar.pr.gov.br, Sonia Maria Biesdorf Dorneles Rodrigues - smbiesdorf@adapar.pr.gov.br

Parasitologia: Claudia Carnielli Pereira - claudiacarnielli@adapar.pr.gov.br, Patrícia Sayuri Murakami Suzuki - patriciamurakami@adapar.pr.gov.br

Patologia: Rubens Chaguri de Oliveria - rubens.coliveira@adapar.pr.gov.br,  Maria Angela Teixeira - mateixeira@adapar.pr.gov.br, Thaine Bordenowsky da Silva - thainesilva@adapar.pr.gov.br

Virologia: Aglaci Tomporoski - aglaci@adapar.pr.gov.br, Mara Eliza Gasino Joineau - mgasino@adapar.pr.gov.br, Maria Aparecida de Carvalho Patrício - macpatricio@adapar.pr.gov.br, Maria Constanza Rodriguez - mariaconstanza@adapar.pr.gov.br, Patrícia Sayuri Murakami Suzuki - patriciamurakami@adapar.pr.gov.br, Rodrigo Gibrail Okar - rodrigogibrail@adapar.pr.gov.br, Rosária Regina Tesoni de Barros Richartz - rrichartz@adapar.pr.gov.br

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